top of page
Buscar

Café com Libras em Barueri

  • assessoriastephane
  • 17 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de jan.


Vereadora Stephane Rossi participa da última edição do evento Café com Libras, realizado pela Prefeitura de Barueri.


Na noite da sexta-feira, dia 14 de novembro de 2025, a vereadora Stephane Rossi (PL) participou do Café com Libras, evento realizado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Barueri.

 

“É sempre bom participar. Tenho uma ligação muito forte com a Secretaria Executiva da Pessoa com Deficiência do nosso município, mas ainda não temos um evento dessa magnitude lá”, comentou a vereadora, que é fluente em Língua Brasileira de Sinais e apresentou um projeto na Câmara de Osasco para incluir o ensino de Libras na grade escolar.


Também presente no evento, o secretário da Pessoa com Deficiência de Barueri, Professor Carlinhos, realizou a abertura da última edição do Café com Libras em 2025. Ele aproveitou para destacar os 15 anos da SDPD e reconhecer o esforço de alguns voluntários que buscaram mais bancos e cadeiras para acomodar familiares e amigos da comunidade surda que prestigiaram o evento.


A pedagoga Adna Trevizan, servidora da SDPD, compartilhou sua trajetória de vida em uma época em que o reconhecimento dos direitos das pessoas com deficiência era muito limitado. Relatou as dificuldades que enfrentou para se qualificar, conciliar suas atividades com a maternidade e as atitudes de coragem que a levaram a atuar na Oficina Lúdica de Libras.


Colaboradora na elaboração e ministração de oficinas de Libras, Adna encerrou sua fala com a mensagem: “Mudar pode dar medo, mas é uma aventura que pode te levar muito longe”. A emoção tomou conta da plateia, principalmente de seus pais, Oséias e Ednei, e de sua filha Victória, de seis anos. Toda sua família é ouvinte.


Ester Militão, surda, é atriz, modelo e bailarina. Seu interesse pelas artes surgiu ao assistir às apresentações de ginastas olímpicas, quando vivia em Pernambuco, embora tenha sido desestimulada pela família. Ao mudar-se para Salvador (BA), teve uma grande surpresa: a professora de dança também era surda.  Foi o início de sua sensação de pertencimento.


Já em Barueri, inscreveu-se no curso de dança da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), mas precisava de um intérprete de Libras para participar da prova. A disponibilização de um profissional pela SDPD chamou a atenção não apenas desta secretaria, mas de várias outras, que hoje contam com intérpretes concursados. Com a frase “A acessibilidade é uma lei. Vamos lutar pelos nossos direitos”, Ester recebeu aplausos de toda a plateia. Ambas as palestrantes foram sabatinadas e responderam a diversas perguntas ao final de suas exposições.



 
 

Contato:

bottom of page